Carnavais, a propósito…

•Fevereiro 9, 2010 • Deixe um Comentário

 

Os Carnavais do Antero (c)

:D

A Parque Escolar – e ainda vai no adro…

•Fevereiro 8, 2010 • Deixe um Comentário

Gestão Escolar – Projecto de Lei do PCP

•Fevereiro 8, 2010 • Deixe um Comentário

 

Para que não caia no esquecimento, para que todos relembremos as implicações do actual 75/2008…

 

 

Gestão democrática dos estabelecimentos

de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário

Projecto de Lei n.º 151/XI/1.ª

 

A bi-campeã regional

•Fevereiro 8, 2010 • Deixe um Comentário

A propósito…

•Fevereiro 7, 2010 • 2 Comentários

…um “boneco” desconhecido, para mim, roubado ao Umbigo do Paulo G.

(c) Quino

Até que a ideia, não sendo já nova, é…

•Fevereiro 7, 2010 • Deixe um Comentário

.

•Fevereiro 7, 2010 • 1 Comentário

De volta.

•Fevereiro 6, 2010 • Deixe um Comentário

Amanhã

•Fevereiro 4, 2010 • Deixe um Comentário

Sinais do tempo

•Fevereiro 4, 2010 • Deixe um Comentário

Sinais

•Fevereiro 3, 2010 • Deixe um Comentário

Vou acender velinhas! Mas o bluff apaga-as…

•Fevereiro 3, 2010 • Deixe um Comentário

 

Conselho de Estado confrontado com

demissão iminente de Sócrates

  

A Casa Civil do Presidente vai analisar a economia do país perante os
conselheiros de Estado.
Depois discute-se a ameaça de demissão do primeiro-ministro.

O louco Mário Crespo

•Fevereiro 1, 2010 • 1 Comentário

O texto de Mário Crespo que não foi publicado

 

 

O Fim da Linha

Mário Crespo

Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento.

 

O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa.

Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal.

Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o.

Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos.

Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados.

Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre.

Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009.

O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu.

O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”.

O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”.

Foi-se o “problema” que era o Director do Público.

Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu.

Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

 

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicado hoje (1/2/2010) na imprensa.

Tempo’s confuso’s

•Fevereiro 1, 2010 • Deixe um Comentário

Pois, bom dia…

•Fevereiro 1, 2010 • Deixe um Comentário

Nós e a Administração Pública…

•Fevereiro 1, 2010 • Deixe um Comentário

E a casa que aguente com mais um troféu e uma medalha????

•Fevereiro 1, 2010 • Deixe um Comentário

Uma maldade do Antero

•Janeiro 31, 2010 • Deixe um Comentário

…boa, muito boa!

:D

Mauzinho?!… pois sim!

 

 

Dias em que algo me soube a pouco…

•Janeiro 30, 2010 • Deixe um Comentário

…e não foi só isto…

:D

.G

•Janeiro 30, 2010 • 2 Comentários