Pelo regresso da gestão democrática às escolas e pelo reforço da sua autonomia pedagógica

 Manifesto Gestao

 Abaixo Assinado

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~ por mariazeca em Junho 8, 2010.

6 Respostas to “Pelo regresso da gestão democrática às escolas e pelo reforço da sua autonomia pedagógica”

  1. http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1581504

  2. Sem compreender muito bem o que é isso do regresso da gestão democrática às escolas, parece-me que os cargos pedagógicos devem ser desempenhados pelos que mais auferem no final do mês . Ou haverá alguém do 4º escalão a querer ficar com essa responsabilidade e sem compensação económica?

  3. Ou seja, o erro está no não pagamento dos cargos, não em eles serem de eleição, certo?
    Ou haverá alguém de qualquer escalão que queira ficar com eles sem qualquer compensação económica?

  4. A propósito de gestão democrática, gostaria de vos deixar aqui o testemunho de um acontecimento insólito que ilustra bem as perversidades do actual modelo de gestão, que favorecem a proliferação de “pequenos” ditadores na escola pública.
    Recentemente, eu e outra dirigente da Direcção Distrital de Aveiro do SPN fomos vítimas de um ataque violento do director da Escola Básica S. Vicente de Pereira Jusã/JI (concelho de Ovar), que tentou impedir o nosso acesso à escola e chamou a GNR para nos identificar. A propósito, a Direcção do SPN produziu um comunicado de imprensa, que relata os acontecimentos. Isto passou-se há cerca de 15 dias, não aconteceu em 24 de Abril de 1974!
    Manuela Silva – dirigente sindical da Direcção do SPN

    DIRECTOR DA ESCOLA BÁSICA DE S. VICENTE DE PEREIRA JUSÃ/JI TENTA IMPEDIR ENTRADA NA ESCOLA A DIRIGENTES DO SPN
    E CHAMA GNR PARA AS IDENTIFICAR

    No passado dia 26 de Maio, o Director da Escola Básica S. Vicente de Pereira Jusã/JI mandou bloquear o acesso, à Escola e à sala de Professores, de duas dirigentes sindicais do Sindicato de Professores do Norte (SPN), que se identificaram como tal, tentando impedi-las de exercer as funções que decorrem do seu estatuto legal. É a própria CRP que determina, no ponto 6 do seu artigo 55.º, que “os representantes eleitos dos trabalhadores gozam do direito à informação e consulta, bem como à protecção legal adequada contra quaisquer formas de condicionamento, constrangimento ou limitação do exercício legítimo das suas funções”.
    O SPN fez um pedido de uma sala para a realização de uma reunião de docentes da Escola Básica de S. Vicente de Pereira Jusã/JI, cumprindo todas as formalidades legais. O seu director comunicou telefonicamente à delegação de Santa Maria da Feira do SPN que a cedência de uma sala no edifício central da Escola, onde trabalham dezenas de docentes, estaria condicionada à alteração da hora da reunião.
    Apesar de haver várias salas livres naquele dia, àquela hora, naquele estabelecimento, e de o Sindicato se ter disposto a realizar ali a reunião, em qualquer espaço (mesmo na sala de professores), o Director determinou que o local seria o Jardim de Infância (JI), situado a cerca de 2Km, onde trabalham unicamente duas educadoras.
    Foi esta atitude de chantagem sobre o Sindicato e de intimidação dos próprios professores, que naquelas circunstâncias se sentiriam inibidos em participar na reunião, que levou as duas dirigentes do SPN a deslocarem-se àquela escola, no dia da reunião, com o objectivo de tentar alterar aquela situação.
    Não desistindo nunca do exercício da actividade sindical para que estão mandatadas, as dirigentes fizeram valer os seus direitos, acabando por entrar no edifício e dirigir-se à sala de professores, apesar das várias barreiras que tiveram de transpor. Por várias vezes, fora e dentro do edifício, solicitaram, em vão, ser recebidas pelo Director para poderem, face a face, estabelecer um diálogo construtivo e civilizadamente resolverem o problema.
    Por volta das 10:45, quando as dirigentes sindicais prestavam alguns esclarecimentos a docentes que estavam na sala de professores, sem serviço lectivo àquela hora, foram surpreendidas com o aparecimento de dois agentes da GNR, que tinham sido chamados pelo Director, por alegadamente terem entrado na escola sem o seu consentimento.
    O Director tinha assim consumado a sua falta de respeito pelas regras de um Estado democrático, ao tratar como “criminosas” as representantes legítimas dos docentes, e como um grupo de malfeitores, a instituição sindical mais representativa dos professores do Norte, o SPN.
    Quer o Director queira, quer não, o SPN não deixará de exercer as suas funções na Escola Básica de S. Vicente de Pereira Jusã/JI, como em qualquer outro estabelecimento de ensino, junto dos docentes, defendendo os seus direitos e pugnando por uma gestão democrática, que é incompatível com o actual modelo de concentração de poderes numa só pessoa e que, como o exposto demonstra à saciedade, se presta ao desenvolvimento de fenómenos de autoritarismo na escola pública.
    Porto, 1 de Junho de 2010
    A Direcção do SPN

  5. Viva.

    Gostaria de linkar este blogue no meu correntes na rubrica dedicada aos blogues da heróica luta dos professores. Só agora reparei que lá não está. Peço desculpa. Gostaria de receber, sff claro no email pgtrilho@netvisao.pt a informação com o nome do blogue e de quem o edita; E a autorização.

    Abraço e força aí.

  6. Obrigada, Paulo, já seguiu. 😉

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