Teimosia de quem quer fingir vencer?
“Na educação o maior desafio não é a carreira nem a avaliação, mas estes são no imediato os principais”, os professores têm que “estar ganhos” para aplicar a escolaridade obrigatória de 12 anos e introduzir as reformas necessárias e “não se pode ter isso em clima de conflito”, alerta o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).
Em causa estão as declarações de Jorge Lacão que garante que está fora de questão o Governo suspender a avaliação dos professores. Em declarações à TSF, o ministro afirma que o Executivo só está disponível para aperfeiçoar o actual modelo e apela ao sentido de responsabilidade da oposição.
“Essas declarações são mais teimosas do que lúcidas e decorrem de uma obstinação muito negativa. Para os professores a indignação vai crescer ainda mais”, avisa Mário Nogueira que lamenta que “o ambiente comece a ser de regresso ao passado”.
O secretário-geral da Fenprof lamenta o “silêncio absoluto” da nova ministra, as declarações de outros ministros e o facto do PS ainda não ter agendado reunião com as principais organizações sindicais quando todos os outros partidos já receberam os sindicatos. Nogueira lembra uma entrevista de José Sócrates onde o primeiro-ministro admitia que faltara “delicadeza” na relação com os professores. “Parece que a nova equipa é mais delicada mas que vai fazer rigorosamente a mesma coisa.”
Sobre Isabel Alçada diz: “Não é um sorriso nos lábios que faz falta aos professores mas outras medidas” que passam por uma avaliação que deve ter como objectivo melhorar o desempenho dos profissionais e não criar um ambiente negativo nas escolas, conclui.














Bravo! já estamos fartos de filmes. Esse «regresso ao passado» é um dèjavu que persiste na memória.
seis aparições de José sócrates num piano…